É gratificante estar vivendo a era digital.
Quando comecei trabalhar, o que tinha de mais moderno eram as máquinas elétricas. Lembro que quem tinha acesso a elas era privilegiado, porque eram muito caras. Mas era um luxo, na época, dispor delas, porque não se precisava mais quebrar os dedos batendo nas máquinas antigas (nem lembro como se chamavam) e quando se errava o texto, elas apagavam o engano, e o trabalho ficava perfeito. Era um show!
Gente, como esse mundo evoluiu.
Quando apareceram os computadores, eu sentei em frente a um deles e pensei: não vou aprender a mexer nisso nunca.
Porém, com a ajuda de um curso rápido e de alguns colegas já treinados na coisa, quando me vi, estava escrevendo.
O que acontece hoje é que, são tantas coisas novas para se aprender a lidar, tantos nomes novos para decifrar e descobrir o que são e pra que servem, que quase desisti de novo, de continuar aprendendo.
Mas vale a pena acompanhar tudo o que acontece.
E, claro, tendo filhos que se propõem a te ensinar, com uma paciência de Jó diante da lerdeza do aluno, acabamos por seguir em frente.
Estou aqui, com um blogue, faceira da vida, escrevendo o primeiro texto.
Ainda não sei quase nada dos procedimentos, mas vou aprender.
Quando comecei trabalhar, o que tinha de mais moderno eram as máquinas elétricas. Lembro que quem tinha acesso a elas era privilegiado, porque eram muito caras. Mas era um luxo, na época, dispor delas, porque não se precisava mais quebrar os dedos batendo nas máquinas antigas (nem lembro como se chamavam) e quando se errava o texto, elas apagavam o engano, e o trabalho ficava perfeito. Era um show!
Gente, como esse mundo evoluiu.
Quando apareceram os computadores, eu sentei em frente a um deles e pensei: não vou aprender a mexer nisso nunca.
Porém, com a ajuda de um curso rápido e de alguns colegas já treinados na coisa, quando me vi, estava escrevendo.
O que acontece hoje é que, são tantas coisas novas para se aprender a lidar, tantos nomes novos para decifrar e descobrir o que são e pra que servem, que quase desisti de novo, de continuar aprendendo.
Mas vale a pena acompanhar tudo o que acontece.
E, claro, tendo filhos que se propõem a te ensinar, com uma paciência de Jó diante da lerdeza do aluno, acabamos por seguir em frente.
Estou aqui, com um blogue, faceira da vida, escrevendo o primeiro texto.
Ainda não sei quase nada dos procedimentos, mas vou aprender.